Sem falsa modéstia, uma das coisas que eu mais sei fazer é preparar surpresinhas para Ela. Esse blog foi a primeira delas, e depois vieram muitas outras (a da páscoa de 2009 já citada aqui, foi a mais elaborada). Nos últimos tempos devido a mais absoluta falta de tempo, o que explica inclusive o sumiço deste espaço, não fiz nenhuma.
E essa é a primeira dica para quem quer preparar uma surpresa para alguém. Há que se ter tempo para elaborar, pensar, tentar visualisar eventuais falhas, pesquisar, imaginar, etc… A ansiedade gerada pela expectativa do que vai acontecer é para mim um dos encantos de se fazer uma surpresa. E, para isso, mais uma vez é preciso tempo para vivê-la como se deve.
Outro ponto fundamental é o seguinte: é lógico que como qualquer presente é a pessoa que vai receber quem deve ser a prioridade, ela é quem será agraciada. Mas é imprescindível que você também curta o que está programando. Nada de levá-la para ver um filme que não gosta, ou coisas do tipo. Acredite, ela vai gostar muito mais se você também estiver curtindo de verdade.
O terceiro é: atente aos detalhes. Todos, ou todos os que der conta. Desde o que ela gosta, passando pela “fase” que ela está, e procure ser minucioso. Nesse tipo de ação, democracia não serve para nada. Não pergunte a ela o que ela quer. Atente aos detalhes. Leia-a. Se tiver na dúvida prepare plano A e plano B e conduza de acordo com os sinais dela. Acredite, ela os dará.
Uma vez idealizada a surpresa, prepare com esmero a condução, a forma com que vai levá-la até lá. Um simples presente “fora de hora” não é exatamente uma surpresinha como a que me refiro aqui. O mesmo presente dado de forma inusitada sim. O encanto que ela terá será não só pelo presente, mas exatamente pela forma com que foi ganho, pelo quanto que idealizou, preparou etc. Com isso, ela se sente adorada, querida, cuidada, etc. E você a conquista.
Pois bem. Ela já ganhou diversas surpresinhas. Desde uma aliança com pedido de casamento nas areias de Copacabana na virada do ano (que Ela teve que “conquistar”, fazendo uma espécie de caça ao tesouro acertando outros 11 presentes que traziam dicas para o próximo) até a experiência de ser uma puta por uma noite. A que vou contar aqui se enquadra mais no segundo tipo…
Comecei reservando com antecedência um dia na sua agenda. Uma sexta. Umas 2 semanas antes avisei: “não marque nada na sexta dia 15. Esse dia serás minha”. Para a ocasião ainda comprei um par de meias calças 7/8 pretas de uma marca que Ela gosta, além de uma calcinha fio dental com uma abertura frontal (que permite uma penetração sem a necessidade de tirar a calcinha).
Conforme o dia ia se aproximando eu ia avisando que Ela seria minha, que estaria a meu dispor, que seria minha putinha, minha escrava, e que estivesse pronta para me servir a partir das 19 hs. (Criar e administrar as expectativas é parte importante de uma surpresinha bem sucedida).
Quando finalmente o dia chegou, eu tinha programado uma pré-balada em um bar mexicano (nos damos bem com tequila), uma noitada em um clube de swing (já tínhamos ido outras duas vezes, mas de leve, o máximo que tínhamos feito foi nos exibirmos e Ela chupar outro cara), e, claro, um motel para terminar. As roupas foram dadas com certo estilo: ao chegar em casa Ela encontrou um bilhete que dizia que Ela deveria usar um espartilho que deixa seus seios à mostra, salto alto, um vestido “de fácil acesso”, além dos presentinhos. Na cozinha, uns comes (pão, patezinhos, queijo) e bebes (cerveja, vinho e tequila) e uma seleção de músicas especialmente preparada para a ocasião tocando.
Às 20hs passei para pegá-la. No mexicano apenas bebemos e nos provocamos com olhares, até que umas 23hs dei a Ela um aditivo químico e falei que íamos dançar. Ela já imaginava que nosso destino era a casa de swing, mas fez seu papel e ficou quietinha, sem tentar adivinhar o que já sabia.
Entramos e fomos para a pista de dança que, felizmente, tocava clássicos da disco dos anos 70 e 80. (Essa é uma coisa incrível quando preparamos uma surpresinha cuidadosamente. Embora nunca tudo dê totalmente certo, as pessoas e o destino costumam ajudar e conspirar para o sucesso geral da empreitada).
Ficamos nos esfregando e analisando os casais que circulavam por ali. De quando em quando ao passear as mãos pelo seu corpo, levantava seu vestido de forma a deixar sua bunda à mostra, o que Ela valorizava, ora empinando, ora descendo ainda mais o corpo. Isso chamava a atenção de alguns homens, e até de algumas mulheres. Mas, nós dois gostamos mesmo de conseguir os olhares e até a aproximação de um casal em especial.
Ele era moreno, um pouco mais alto do que eu. Cara quadrada, bem másculo, barba cerrada meio por fazer, entre o forte e o gordinho, mãos grandes e ligeiramente calejadas. Ela adorou. A moça era uma loirinha mignon, queimadinha de sol, seios médios, mas firmes (nenhuma das duas usava sutiã), e uma boca carnuda deliciosa. Eu adorei.
Em uma boa sequência de Prince, Michael Jackson e Steve Wonder, começamos a dançar juntos os quatro. Ela se deixou ser encoxada e tocada pelo Outro. Rebolando de costas para ele sentiu sua excitação e me puxou para junto Dela, ficando em um sanduíche. A Outra, um pouco menos safada, também ficou se roçando em mim, sentindo minha pica dura, mas quando tentei pegar em seus seios, se desvincilhou. A sequência acabou indo para uma Madonna. Eu e Ela continuamos a dançar mas os Outros, foram meio desinteressados, meio olhando para Nós, para dentro do clube, onde a putaria rola.
Pouco tempo depois, fomos atrás. Na minha cabeça, a surpresinha incluía uma suruba. Nos corredores da casa de swing vários casais se pegando, exibicionistas nas mesmas cabines que usamos semanas antes, e muito sexo dentro de um ônibus e no cineminha. Por instinto, fomos para o cinema. Lá dentro, uns casais trasando meio aleatoriamente pelas poltronas. Na primeira fileira, uma coroa ajoelhada chupava e punhetava alternadamente dois caras que estavam sentados. Sabíamos que depois da última fileira tinha uma espécie de vão onde a pegação rolava solta. Fomos para lá.
Ao subir o corredor lateral, vimos que lá no canto superior estava o casal que havíamos gostado. O Outro estava de pé com as costas bem no córner da parede, calças no joelho e olhar ora na Outra que ajoelhada o chupava com gosto e rara beleza, ora nas outras pessoas. Passamos por eles e paramos ao lado, a menos de um metro de distância. Eu meio fechando a passagem, de lado, com o ombro na parede, e Ela de frente para mim e de costas para eles.
Ao invés de se ajoelhar para me chupar, Ela deu um passo para trás e inclinou o tronco para poder começar a fazer a chupeta maravilhosa que Ela faz. Com isso deixou sua bunda meio arrebitada ao alcance das grandes e calejadas mãos do Outro. Eu, então, subi seu vestido, deixando todo o seu rabo com aquela calcinha fio dental enfiadinha à mercê do Outro, que entendeu o recado e não tardou em começar a acariciá-la.
Ela sentia suas mãos firmes, se abria e se oferecia mais. Não demorou e o Outro percebeu que o caminho para sua buceta estava totalmente desobstruído. Ela estava totalmente melada e queria ser penetrada. Sem vacilar, ele enfiou de uma vez um dedo inteiro Nela, que soltou um gemido delicioso. Outros homens começavam a se aproximar para apreciar o espetáculo. Ela se abria e se entregava para aquelas mãos de estivador e gemia com uma sinceridade que excitava a todos.
O Outro então me olhou, pedindo, silenciosamente, permissão para penetrá-la. Eu assenti com a cabeça. Ele tirou uma camisinha do bolso, abriu e deu para a Outra, que colocou no seu pau com a boca. Ele então se virou, segurou firme nos quadris Dela e meteu fundo e forte. Ela gemeu ainda mais alto, empinou mais a bunda e abriu mais as pernas. Queria mais pica. Para melhorar a situação e atrair ainda mais público, a Outra se enfiou entre as pernas Dela e começou a lamber (mais ou menos ao mesmo tempo) o pau do Outro, que entrava e saía com firmeza, ditando o ritmo dos gemidos de ambos, e o grelo Dela. É incrível e surpreendentemente boa a sensação de possuir uma Mulher a tal ponto que se pode emprestá-la, e com isso fazê-la ainda mais sua. Sim, Ela dava e se excitava com outro, mas porque eu deixei, com quem eu deixei, do jeito, na hora e no lugar que eu quis. Ela era minha, e eu podia fazer com Ela o que eu quisesse.
Essa sensação, somada à visão de Ela aberta, oferecida, sendo enrabada por um homem que a segurava como eu sei que Ela gosta já me excitava demais. Mas a Outra realmente sabia das coisas, e abandonou a buceta molhada Dela e veio fazer um boquete no meu pau. As duas então começaram a me chupar ao mesmo tempo. A Outra engolia minha pica quase inteira e dava uma sugada que me arrepiava a alma. Ela ameaçou uma ação possessiva que eu logo cortei. “Se entrega vadia. Para mim, para os outros, para a noite.” Ela então segurou a base do meu pau e punhetando ofereceu à Outra que abocanhou com gosto e passou finalmente e pela primeira vez na minha vida, a engolir todo o meu pau. Ela voltou a se concentrar no Outro que metia Nela. Entregá-la assim e ser deliciosamente chupado por duas mulheres foi demais para mim. Com a pica toda na boca da Outra eu gozei. As duas dividiram meu gozo e continuaram a lamber meu pau até deixá-lo limpinho.
Eu então abaixei e ordenei a Ela: “Quero ver você mostrando a puta que você é. Quero ver fazer outros paus gozarem.” Ela se apoiou em mim e foi com o rabo para trás atolando o pau do Outro em sua buceta e voltando a soltar um gemido do fundo da alma. Olhou para o lado e viu que um outro cacete se apresentava para Ela, e convicta, passou a chupá-lo e punhetá-lo, ainda apoiada em mim. Seus gemidos e sua performance levavam todos à loucura. Alguns caras gozaram só de assistir a tudo. O cara que Ela punhetava anunciou que ia gozar e Ela também foi se excitando cada vez mais. O gozo desse terceiro escorria pelas mãos Dela quando o Outro também começou a anunciar que seu orgasmo estava perto. Estiquei meu braço e comecei a estimular seu clítoris. Vendo que o Outro estava prestes a gozar, Ela anunciou “Goza em mim!” Ele tirou a camisinha e lambusou seu rabo. Ela tremendo e gozando já há alguns segundos começou a desfalecer tremendo em meus braços.
A surpresinha já tinha dado certo e muitas outras coisas ainda aconteceriam naquela noite…




