Este post nasceu poucas horas do post abaixo. Eu o fiz, mas como ainda não tinha imagens, mostrei para Ela antes de publicar. Eu finalizei o texto no trabalho e Ela o acessou online. E não gostou. Quer dizer, gostou, mas ficou com ciúmes (como pode?!) e até sugeriu que eu não o publicasse. E Eu ia atender seu pedido, mas escrever este sem o outro ficava meio capenga. Por que? Porque Ela me lembrou na prática de algumas outras regras de ouro para uma surpresinha que ficaram faltando no post anterior…
A primeira delas é: mesmo que algo impeça a surpresa de ser executada em um determinado momento, não abandone a ideia e muito menos conte o que tinha em mente. Há de chegar um outro momento, mais apropriado em que ela poderá ser feita com sucesso.
Outra: a absoluta falta de expectativa também é um (óbvio) ingrediente para fazer a surpresinha ter sucesso. Ou seja, gerar expectativas sem dar pistas, como na sugestão do post anterior, dá certo. Mas não gerar expectativas também é um bom caminho.
Pois bem, depois de mandar o post para Ela e trabalhar mais um pouco, voltava para casa, idealizando que Ela me esperaria animada para mais uma trepada no dia (já havíamos transado pela manhã). Mostrando que o mar não estava para peixe, há uns 10 minutos de chegar em casa recebo uma mensagem alegre, de que finalmente, depois de semanas de procura Ela havia conseguido uma faxineira (cara) para dar uma limpada na casa, que realmente estava precisando. Ao chegar em casa, encontro isso:
Que bela surpresa! Uma faxineira e tanto… rs. Como não poderia deixar de ser, eu me sentei em meu sofá, tirei o sapato, abri a camisa, e ordenei que Ela fosse pegar uma cerveja para mim (eu não tinha em casa quando saí, mas Ela já tinha providenciado). Perguntei se Ela estava gostando do serviço, e o que mais Ela fazia além de limpeza. “O que for preciso”. Tirei o pau para fora e a fiz ajoelhar e começar a fazer uma chupeta. Mas, não queria gozar tão rápido, então peguei a máquina fotográfica e a fiz trabalhar na limpeza enquanto eu a fotografava. Putinha, Ela se mostrava, arrebitava a bunda e fazia poses.
Eu não estava mais aguentando e a pus no sofá e comecei a chupá-la. Ela gozou na minha boca, e eu então fiquei me aproveitando Dela. Ainda sentada no sofá, dei a volta e a fiz me chupar novamente, socando meu pau dentro de sua boca e dando uns tapas na sua cara. Ela gemia entre o gostando e o contrariada, pois eu enfiava o pau com uma violência negligente. Mas empregada, não podia negar-se a seu patrão.
Quando quis, mandei-a parar e fui para sua frente, onde com uma única estocada firme enfiei tudo de uma vez dentro Dela, que de novo (ou ainda) gemeu profundamente, com um misto de tesão e contragosto. Dei mais algumas investidas, segurando firme em seu rosto e erguendo seu quadril para que a penetração fosse ainda mais profunda.
Ainda era pouco. Eu tinha uma serva, uma puta que estava lá para atender a meus caprichos. Então a pus de quatro e comecei a comê-la como uma cadelinha, ora as duas mãos agarrando forte sua cintura, ora apenas uma enquanto a outra passeava pelo seu corpo, puxava seu cabelo, dava tapas na sua bunda. “Vai cachorra! Dá gostoso! Dá como a cadelinha que você é!”.
A mão então escorregou para suas costas, um pouco acima da sua bunda e com o polegar comecei possuir também o seu rabo. Gemidos de dor e prazer continuavam se misturando. Molhei seu cuzinho com meus dedos e enquanto Ela ameaça uma hesitação comecei a penetrá-la. “Relaxa putinha. Relaxa que você vai acabar gostando…” Lenta, mas continuamente fui enfiando todo meu pau dentro Dela, alargando, arregaçando, demarcando, possuindo. “Vem vadia! vem ser minha!”
Agora os gemidos não exprimiam contrariedade, só prazer. Ela abriu o rabo com suas mãos e implorou para que eu a fodesse com força, o que obedeci com prazer. Sim, havia dor. Mas apenas a dor do prazer. Do prazer da entrega. Do prazer de não ser dona de si. De ser possuída, comida, sodomizada. Ela gritava de tesão. Eram umas 6 da tarde e os vizinhos sabiam que algum lugar uma Mulher se tornava, uma vez mais, a puta de alguém. Quando senti que ia gozar, tirei o pau e lambuzei suas costas e sua bunda com jatos fartos e satisfeitos.
Belo serviço. está contratada!

