Eu com Ela

11 julho

A melhor noite do ano

Foi uma sexta-feira. Para ser mais preciso, dia 6 de maio. Pode ser que alguma outra noite do ano a supere (e eu espere que sim), mas por enquanto, não tem discussão.

Era aniversário de um amigo. Como sempre acontece tinha um monte de programas “concorrentes”. Era também dia de uma samba que queríamos ir (com o Monarco), era dia combinado de ficarmos só nós dois, e ainda tinha um poker na casa da minha irmã. Apesar do Monarco fomos à festa, que era em um puteiro semi desativado no centro.

Ela foi a caráter. Vestido preto, curto, salto alto, calcinha vermelha fio dental, e uma fitinha de striper no meio da coxa. Uma verdadeira puta. Eu fui como cliente. Literalmente. Na balada, beijos, abraços, tequila e amigos. Dançamos, nos esfregamos, curtimos, mas a festa acabou, e queríamos mais, muito mais. Na frente havia um puteiro furreca, desses típicos do centro. Antes de entrarmos já tínhamos visto e comentado que ali não era lugar para Ela, que era sim uma puta, mas uma puta de luxo. Se algum dia fôssemos a um puteiro seria um à altura Dela.

Pois bem, às 4 da manhã, achamos que Ela bem podia ser uma putinha barata e entramos. Lá dentro, fim de festa, poucas putas, poucos clientes, nem um show. Mas uma Mulher se destacava dos demais, era Ela. Minha puta. Se comportou de acordo com a situação. Tirando sua incomparável beleza, Ela era uma puta como outra qualquer. Estava lá trabalhando, e seu trabalho era proporcionar prazer a seu cliente. Circulava com desenvoltura entre as mesas e não ligava para os olhares cobiçosos de outros clientes, ao contrário, andava rebolando mais que o usual, sempre com a bundinha arrebitada, provocando-os. Ia ao bar pegar bebida para mim quando eu queria, deixava o corpo à minha disposição (e por ele minhas mãos e língua passeavam livremente). Ao meu pedido, fez até um showzinho de strip numa das barras de pole dance que ficavam no palco, no centro do salão. Na verdade, não chegou a ser um strip já que Ela não tirou a roupa, mas dançou, rebolou, desceu no mastro, mostrou os seios e levantou o vestido de forma que todos puderam admirar seu lindo ventre com sua calcinha enfiada no rabo… Ficamos pouco mais de uma hora, e, excitadíssimos, fomos embora para casa.

Ela tinha me deixado louco com sua performance. Eu tinha ido para casa com a puta mais gostosa e cobiçada da noite e queria aproveitar disso. E Ela, mais ainda do que naquela outra noite estava disposta a ser minha. A se entregar como uma profissional aos desejos e caprichos do macho que a acompanhava. Mais do que isso, estava pronta para se fazer desejada durante o período que fosse, e a suprir esse desejo.

Durante horas Ela foi minha. Totalmente minha. A possui de todas as formas que eu quis. Ela não negava nada. Chegando em casa, ainda na sala,  já levantei seu vestido, pus sua calcinha de lado e meti fundo e forte. Ela com as mãos apoiadas na mesa, pernas abertas, e buceta molhadinha de tesão me recebia obedientemente. Puxei seus cabelos, a fiz olhar para mim com cara de puta, a comi quase só com violência e gozei dentro Dela. Ela não gozou. Mas não importava. Ela estava lá para me satisfazer e me instigar, para me servir. E assim foi.

Bebemos, dançamos, rimos, conversamos, nos beijamos e metemos. Muito. Quando quis a observar, mandei abrir as pernas e masturbar-se enquanto eu batia uma punheta e a fotografava. Quando quis ser chupado, fiz ela rastejar de quatro como uma cadelinha, vir a meus pés, submissa, chupar meu saco e fazer um boquete enquanto eu filmava sua atuação digna de estrela pornô. Quando quis sentir o gosto de sua buceta, abri suas pernas, desci até seu ventre e me lambuzei de seu mel, ora passeando com a língua ao redor do seu clítoris, ora enfiando a língua dentro Dela, ora acariciando seu ponto G e enfiando dois dedos em sua buceta e chupando ao mesmo tempo. Quando quis me servir de seu corpo, a deitei sobre a mesa, de costas, com os seios sobre o tampo, quadril e pernas pensos no ar, seguros por mim e a meti tão profundamente que sentia a cabeça do meu pau tocar o fundo da sua buceta. E, quando quis mais de seu corpo, a fiz ficar de quatro no chão e a comi como uma cadela.

Finalmente, quando quis gozar de novo, (coincidentemente) a coloquei na mesma posição de nossa primeira trepada pós-balada: mãos apoiadas na mesa, pernas abertas, só que dessa vez sem camiseta, seios nas minhas mãos, apertando firmemente seus bicos como Ela gosta e de novo a comendo com violência. Mas dessa vez, meu tesão estava quase incontrolável. Eu estava realizando uma das minhas mais antigas fantasias. Estava fudendo com uma puta de primeiríssima qualidade durante uma noite inteira. Estava me satisfazendo com uma vadia disposta a me servir. E o que era melhor: sem pagar nada! Aquela puta era minha pelo prazer de se entregar para seu macho. Ela era minha não somente aquela noitada, não somente por aquelas horas, mas Ela era minha pelo tempo que eu quisesse. Era minha naquela manhã, como continuaria sendo no dia seguinte, porque era, literalmente minha puta, minha vadia, minha Mulher!

O entusiasmo do tesão transubstanciado em uma espécie de fúria, me fez meter com tanta força que seu quadril saltava para cima a cada estocada. Para controlá-la melhor, segurei firme em sua mini saia rosa, esgarçando-a,  mas amarrando-a em meus punhos de forma que pudesse mantê-la com a cintura soerguida, controlando-a como a uma égua no cabresto, pés descolando do chão, enquanto a possuía.

Pela primeira vez, desde que havíamos voltado para casa, Ela estava perto de gozar. Ia perdendo o controle de seu corpo, que ficava cada vez mais pesado. Isso me excitou ainda mais e eu a mantive firme, quase suspensa no ar, com meu pau entrando e saindo de sua buceta cada vez mais molhada. Já era dia, a música tocava alto, mas seus gemidos superavam tudo e o mundo pode ouvir seu delicioso orgasmo, que coroando a Melhor noite do ano, veio junto com o meu. Seu corpo desfaleceu, e como eu também fiquei subitamente fraco, apenas a escorei, para que eu pudesse sentar e então ampará-La.

Essa é minha Mulher. E essa foi, por enquanto, a Melhor noite do ano.

2 Comentários »

  1. Que noite hein! Não foi à toa que
    consideraste a melhor do ano. rsrs

    Procurar fotos é 90% do trabalho que o blog me dá(risos), procuro
    por fotógrafos que eu já admiro, como o Martin Kovalik. Adoro o ruero.com
    e lá tem vários links pra outros sites. Vou fuçando e salvando…

    Espero ter ajudado.

    Bjo!

    Comentário por Fera Felina — 13 julho @ 15:45

  2. Ajudou sim. E consolou, pois percebi que não é uma dificuldade só minha… O processo que eu faço é o mesmo de fuçar, às vezes pôr nos favoritos (como já fiz com o ruero) e ir salvando.

    A noite em si foi realmente sensacional, e relembrá-la é uma forma deliciosa de revivê-la. A de hoje também promete, e se for boa vai virar post tb…;)

    bj

    Comentário por Eu — 14 julho @ 8:39


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